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	<title>Arquivos infraestrutura urbana - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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	<description>A ABMI tem como objetivo potencializar a competitividade e a troca de informações entre suas associadas: imobiliárias líderes em seus mercados.</description>
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		<title>Para a ABMI, é hora de brecar sangria aos recursos do FGTS</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 11:15:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em documento a ser encaminhado ao Congresso, por meio de seus associados espalhados por todas as regiões do país, a Associação Brasileira do Mercado Imobiliário manifesta sua contrariedade e pede que sejam retirados de pauta, na Câmara dos Deputados, quaisquer projetos com vistas a ampliar a utilização dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), tão importantes ao financiamento habitacional e às obras de infraestrutura urbana</p>
<p>O post <a href="https://abmi.org.br/para-a-abmi-e-hora-de-brecar-sangria-aos-recursos-do-fgts/">Para a ABMI, é hora de brecar sangria aos recursos do FGTS</a> apareceu primeiro em <a href="https://abmi.org.br">ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</a>.</p>
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<p>Em documento a ser encaminhado ao Congresso, por meio de seus associados espalhados por todas as regiões do país, a Associação Brasileira do Mercado Imobiliário manifesta sua contrariedade e pede que sejam retirados de pauta, na Câmara dos Deputados, quaisquer projetos com vistas a ampliar a utilização dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), tão importantes ao financiamento habitacional e às obras de infraestrutura urbana.</p>



<p>O documento destaca que ao Projeto de Lei (PL) 6.980, de 2017, que oferece a possibilidade de movimentação, pelo trabalhador, do saldo da conta do FGTS por ocasião do nascimento ou adoção de filho, foram apensados, com propostas correlatas, dez outros PLs.</p>



<p>Em substitutivo de Plenário apresentado pelo deputado Zé Haroldo Cathedral – de acordo ainda com o documento – são propostas alterações no artigo 20 da Lei 8.036/1990, para permitir saques ao FGTS por nascimento, adoção, vulnerabilidade, dificuldades financeiras, responsabilidade por pessoa com deficiência, gestação, parto e violência doméstica.</p>



<p>“Embora entendamos que haja uma preocupação com a questão social que o país atravessa, não podemos de forma alguma solapar recursos do maior fundo que os brasileiros possuem hoje, voltado à habitação e ao saneamento básico. Os investimentos proporcionados pelo FGTS, na verdade, multiplicam, de maneira muito positiva, os benefícios sociais para a população de baixa renda. Condenável, portanto, sob qualquer pretexto, criar novas modalidades de saques e ampliar a sangria de recursos que já têm nobres destinações”, argumenta Alfredo Freitas, presidente da ABMI.</p>



<p>Por isso, de acordo com Freitas, a ABMI faz coro com outras entidades do setor, como a CBIC e o Secovi-SP, entendendo que tais proposições em vez de trazer mais amparo às famílias brasileiras, podem criar um enorme transtorno às políticas habitacionais para a população de baixa renda e ao financiamento de infraestrutura urbana.</p>



<p>Segundo a manifestação da ABMI, além de os saques impactarem negativamente investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura, vão prejudicar a sustentabilidade financeira do FGTS.</p>



<p>“E, lembrando o enorme déficit de moradias existente no país, é importante destacar que os trabalhadores de baixa renda seriam muito mais beneficiados com a ampliação de investimentos habitacionais do que com novas modalidades de saque aos recursos do FGTS.”</p>



<p>O documento elenca cálculos de entidades do setor imobiliário que dão conta de que, “se aprovadas tais proposições, os saques de FGTS poderiam somar R$ 79,4 bilhões, o que corresponderia a investimentos de cerca de 733,2 mil unidades habitacionais não produzidas, comprometendo o Programa Minha Casa, Minha Vida; a cerca de 3,8 milhões de empregos não gerados; a mais de R$ 31,7 bilhões em tributos não recolhidos aos cofres públicos; e a uma população de quase 4,9 milhões de pessoas sem receber os benefícios do FGTS, na forma de moradia, emprego, renda, saneamento, mobilidade urbana, saúde e infraestrutura”.</p>



<p>A ABMI lembra em sua manifestação que o FGTS foi criado para substituir a estabilidade no emprego que, naquela época, existia também para o trabalhador privado, e que inicialmente havia uma só modalidade de saque: quando o trabalhador era demitido sem justa causa.</p>



<p>“Hoje, há várias possibilidades, como saque-rescisão (demissão), saque-aniversário (no mês de nascimento), saque extraordinário (calamidade pública), doenças graves, aposentadoria e por idade (a partir dos 70 anos de idade).”</p>



<p>“Assim, como já demonstramos, quanto mais possibilidades de saque, menos recursos para o financiamento de habitação e saneamento básico. No período de 2019 a 2024, o financiamento habitacional do FGTS injetou R$ 444 bilhões na economia e gerou 6 milhões de empregos no Brasil”, enumera o documento, que conclui:</p>



<p>“Diante da importância vital da preservação dos recursos do FGTS, a ABMI se une a outras importantes entidades do setor imobiliário para solicitar aos congressistas, deputados e senadores, que tirem da pauta projetos que aumentem a sangria desse Fundo tão relevante para o trabalhador e a população brasileira.”</p>



<p><strong><a href="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Saques-FGTS-Manifesto-ABMI-1.pdf">Confira o manifesto da ABMI na íntegra</a></strong>.</p>
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