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	<title>Arquivos taxas dos bancos - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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	<description>A ABMI tem como objetivo potencializar a competitividade e a troca de informações entre suas associadas: imobiliárias líderes em seus mercados.</description>
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	<title>Arquivos taxas dos bancos - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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		<title>“Como ficam os juros da compra da casa própria com a Selic em 13,75%”</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 22:29:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da ABMI, Jorge Santos, é uma das fontes nesta reportagem do portal “Exame”, que mostra como ficam os juros do crédito imobiliário a partir da queda da taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano, determinada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira, 16/9/26. Confira em Clipping ABMI</p>
<p>O post <a href="https://abmi.org.br/como-ficam-os-juros-da-compra-da-casa-propria-com-a-selic-em-1375/">“Como ficam os juros da compra da casa própria com a Selic em 13,75%”</a> apareceu primeiro em <a href="https://abmi.org.br">ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</a>.</p>
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<p><strong>FONTE: PORTAL <u><a href="https://exame.com/mercado-imobiliario/como-ficam-os-juros-da-compra-da-casa-propria-com-a-selic-em-1375/">EXAME</a></u></strong></p>



<p><strong><em>17/9/26</em></strong></p>



<p><em>O <strong>presidente da ABMI</strong>, <strong>Jorge Santos</strong>, é uma das fontes nesta reportagem do portal “<strong>Exame</strong>”, que mostra como ficam os juros do crédito imobiliário a partir da queda da taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano, determinada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira, 16/9/26;</em></p>



<p><em>Confira em <strong><a href="https://abmi.org.br/clipping/">Clipping ABMI</a></strong>.</em></p>



<p><strong>“COMO FICAM OS JUROS DA COMPRA DA CASA PRÓPRIA COM A SELIC EM 13,75%”</strong></p>



<p><em>Corte melhora perspectiva para o crédito imobiliário, mas taxas dos bancos não caem imediatamente</em></p>



<p><strong><em><u>Ana Luiza Serrão / </u></em></strong><strong><em>Repórter de Invest</em></strong></p>



<p>A redução da Selic de 14% para 13,75% ao ano, anunciada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na quarta-feira, 16, melhora a perspectiva para o mercado imobiliário, mas ainda está longe de provocar uma queda imediata nos juros pagos por quem financia a casa própria.</p>



<p>Para a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o corte de 0,25 ponto percentual é um passo, mas não altera o quadro de forte restrição monetária. &#8220;Famílias e empresas continuam submetidas a um custo financeiro muito elevado&#8221;, segundo o presidente da instituição, Luiz França.</p>



<p>No financiamento imobiliário, há uma razão adicional para que o alívio demore a chegar ao bolso do consumidor, porque as taxas cobradas pelos bancos não acompanham automaticamente a Selic, uma vez que o crédito habitacional depende de fontes de recursos e condições próprias.</p>



<p>&#8220;<strong><u>Apesar de a lógica sugerir que juros menores barateiem imediatamente o financiamento, economistas são unânimes em afirmar que essa relação é mais lenta e complexa&#8221;, detalhou o presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI), Jorge Santos.</u></strong></p>



<p>O alívio dependerá não apenas dos próximos movimentos do Copom, mas também da disponibilidade de recursos para os bancos emprestarem e da velocidade com que a redução dos juros básicos será transmitida ao crédito imobiliário, na avaliação dos especialistas.</p>



<p><strong>Quanto tempo leva para a Selic chegar ao financiamento?</strong></p>



<p><strong><u>A transmissão dos cortes de juros para o crédito imobiliário tende a ocorrer de forma gradual. A ABMI cita estudos segundo os quais uma redução de 1 ponto percentual na Selic provoca, em média, uma variação de apenas 0,43 ponto percentual na taxa final do financiamento. E o efeito levaria cerca de seis meses para aparecer.</u></strong></p>



<p>Outro fator que ajuda a explicar essa demora está na poupança. O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) é uma das principais fontes de recursos para o financiamento habitacional, além do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e vem enfrentando retiradas líquidas.</p>



<p>Em agosto, a poupança registrou saques líquidos de R$ 10,57 bilhões. Desse total, R$ 9,51 bilhões correspondem ao SBPE, justamente a parcela ligada ao financiamento imobiliário. Foi o terceiro mês consecutivo de retiradas líquidas. No conjunto da poupança, os saques líquidos acumulados de janeiro a agosto chegaram a R$ 57,08 bilhões.</p>



<p>O nível das taxas cobradas atualmente também ajuda a dimensionar a distância entre o corte da Selic e um crédito efetivamente mais barato. <strong><u>De acordo com a ABMI, as taxas de financiamento da Caixa Econômica Federal seguem entre 11,29% e 12% ao ano mais Taxa Referencial (TR) no Sistema Financeiro da Habitação (SFH).</u></strong></p>



<p>Custo do crédito ainda pesa para incorporadoras</p>



<p>O custo do dinheiro também entra na conta das incorporadoras na hora de decidir quais projetos tirar do papel. O sócio e CEO da AW Realty, Cláudio Carvalho, avalia que a decisão do Copom &#8220;ajuda um pouco o setor imobiliário, ainda que não mude, de forma relevante, o cenário de alto custo de capital para produção e compra de moradias.&#8221;</p>



<p>O custo financeiro se soma a outras pressões enfrentadas pelas incorporadoras, entre elas o preço dos insumos e a disponibilidade de trabalhadores, na sua visão. &#8220;A AW Realty Incorporadora tem sido ainda mais criteriosa do que historicamente na definição de seus projetos e na compra de terrenos&#8221; diante do cenário.</p>



<p>A Abrainc também argumenta que os juros elevados reduzem a capacidade de investimento das empresas, aumentam o peso das dívidas e levam ao adiamento de projetos. Para a associação, a queda da inflação e os sinais de desaceleração da atividade reforçam a necessidade de continuidade do ciclo de redução da Selic.</p>



<p><strong>Parcela ainda assusta o comprador</strong></p>



<p>Na outra ponta, o impacto dos juros aparece de forma mais concreta no tamanho da prestação. Para quem depende de financiamento para comprar um imóvel, esse ainda é um dos principais obstáculos para fechar negócio, sobretudo no caso das unidades prontas, em que o crédito bancário precisa ser contratado pouco depois da aquisição.</p>



<p>&#8220;Hoje, o que mais trava a venda, muitas vezes, é ainda a taxa de juros que os clientes acham alta. Eles acabam achando alta, porque a prestação também fica mais alta para eles, tanto nos financiamentos de bancos privados como da Caixa&#8221;, de acordo com o corretor de imóveis Davi Sacramento.</p>



<p>&#8220;O valor da parcela ainda assusta, principalmente porque tem muitos clientes com uma renda relativamente boa, uma renda de R$ 10 mil, R$ 15 mil, e, às vezes, quando se depara com um imóvel que vai ser financiado em R$ 300 mil, de regra, a parcela sai R$ 3 mil&#8221;, detalha.</p>



<p>Segundo o corretor, esse peso é particularmente perceptível no SBPE, modalidade tradicional de financiamento fora das condições do Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p><strong>Imóvel pronto e na planta sentem os juros de formas diferentes</strong></p>



<p>O impacto da Selic também depende do tipo de imóvel comprado, pois, nas unidades prontas, a relação com os juros bancários é mais direta porque o comprador normalmente precisa financiar parte do preço pouco depois de fechar o negócio. E as condições de crédito daquele momento afetam imediatamente a prestação e a capacidade de compra.</p>



<p>Nos lançamentos, a dinâmica é diferente, já que o comprador pode passar alguns anos pagando parte do preço diretamente à incorporadora antes de contratar o financiamento bancário do saldo devedor.</p>



<p>Durante essa fase, os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que não é diretamente determinado pela Selic. Por isso, a taxa bancária vigente pesa mais imediatamente sobre quem compra um imóvel pronto e precisa contratar o crédito agora.</p>
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