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	<title>Arquivos vice-presidente estratégico da ABMI - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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	<description>A ABMI tem como objetivo potencializar a competitividade e a troca de informações entre suas associadas: imobiliárias líderes em seus mercados.</description>
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	<title>Arquivos vice-presidente estratégico da ABMI - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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		<title>ABMI é fonte em reportagem sobre PL que reduz IR em aluguéis residenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 17:31:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em post do portal Imobi Report que repercute projeto aprovado no Senado reduzindo Imposto de Renda em locação residencial, Gonzalo Fernandez, vice-presidente estratégico da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário é um dos entrevistados. Confira a íntegra da reportagem</p>
<p>O post <a href="https://abmi.org.br/abmi-e-fonte-em-reportagem-sobre-pl-que-reduz-ir-em-alugueis-residenciais/">ABMI é fonte em reportagem sobre PL que reduz IR em aluguéis residenciais</a> apareceu primeiro em <a href="https://abmi.org.br">ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em post do portal <strong>Imobi Report</strong> que repercute projeto aprovado no Senado reduzindo Imposto de Renda em locação residencial, Gonzalo Fernandez, vice-presidente estratégico da <strong>Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</strong> é um dos entrevistados. Confira a íntegra da reportagem.</em></p>



<p><strong><u>Fonte: <a href="https://imobireport.com.br/projeto-que-reduz-imposto-de-renda-em-alugueis-residenciais-e-aprovado-no-senado-o-que-dizem-os-especialistas/">Imobi Report</a></u></strong></p>



<p><strong>Projeto que reduz Imposto de Renda em aluguéis residenciais é aprovado no Senado; o que dizem os especialistas</strong></p>



<p><strong><em><u>Atualizado 6 de julho de 2022</u></em></strong></p>



<p><strong><u>Autor: Lucas Sarzi</u></strong></p>



<p>A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou, na terça-feira (5), um projeto de lei (PL 709/2022) que isenta os ganhos com aluguéis de imóveis residenciais do Imposto de Renda da Pessoa Física. Aprovado no Senado, o PL segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário. Se sancionada, terá validade até 2027.&nbsp;</p>



<p>O projeto também permite que valores sejam diminuídos no IRPF de quem paga por aluguel residencial. Por outro lado, dobra o valor da multa para o contribuinte que omitir ou fraudar o recebimento de aluguéis: a multa passaria a ser de 150% do imposto devido.</p>



<p>A proposta, do senador Alexandre Silveira (PSD-MG), não permite a dedução de gastos acessórios, como as taxas de condomínio, o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e outros tributos relativos ao imóvel.</p>



<p>O objetivo é incentivar o mercado imobiliário no pós-pandemia. Segundo o senador, haveria um déficit de operações imobiliárias e, ao mesmo tempo, esse cenário de pandemia trouxe maior informalidade ao mercado imobiliário, em especial nas relações de locação.</p>



<p><strong>ABMI encara de forma positiva</strong></p>



<p>A despesa das famílias com habitação é a maior do orçamento, alcançando 36,6% da renda, conforme a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018 do IBGE. O gasto com habitação, proporcionalmente, é mais alto para as pessoas mais pobres, de 39,2% da despesa total. Atualmente, essas despesas não são dedutíveis.</p>



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<p><strong><em>Gonzalo Fernandez, vice-presidente estratégico da ABMI</em></strong></p>



<p>Gonzalo Fernandez, vice-presidente estratégico da ABMI, disse que a associação encara a proposta da lei de forma positiva. “Achamos que é uma mudança importante para o mercado como um todo, em todas as frentes, beneficiando a produção, o proprietário e também os inquilinos”.</p>



<p>Segundo Gonzalo, na indústria imobiliária, a lei vai ajudar a criar movimento na produção e venda de imóveis direcionados para quem quer investir e alugar. “Também vai incentivar diretamente o mercado de locações, que vai gerar a possibilidade de oferta maior e a locação passa a ser uma opção muito positiva para o proprietário. Isso também aumenta a oferta e acaba gerando até a possibilidade de os proprietários repassarem para o preço”.&nbsp;</p>



<p><strong>Prós e contras da PL 709 de 2022</strong></p>



<p>Para o mercado imobiliário, os pontos positivos se sobressaem. Isso porque, conforme a avaliação da ABMI, a lei, que serve para proprietários pessoas físicas de imóveis residenciais, deve gerar economia.</p>



<p>“Essas pessoas terão uma economia importante de impostos, que o proprietário tem que pagar conforme uma tabela. A redução é de 75% do valor, o que acaba sendo bastante significativo. Dessa forma você também incentiva o mercado na compra de imóveis para que as pessoas invistam em locação”, considerou Gonzalo.</p>



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<p><strong><em>Gustavo Martinelli, mestre em Direito Econômico</em></strong></p>



<p>Para o advogado Gustavo Martinelli, mestre em Direito Econômico, “com os benefícios fiscais, o que se espera é que aqueça o mercado e facilite a formalização. Por outro lado, caso a pessoa não se contente com os benefícios, a sanção está aí para ser aplicada”.</p>



<p>No quesito arrecadação, a lei traz um ponto que pode ser visto como negativo, como alerta o advogado. “É um prejuízo, um retrocesso de um aspecto fiscal e desenvolvimentista do Brasil, pois vai criar um déficit arrecadatório para a União”.</p>



<p>Gustavo Martinelli explica que, caso seja aprovada, a arrecadação em impostos diminuirá. “Conforme dados da Receita Federal, os impostos frutos de locação giram em torno de R$ 5,3 bilhões segundo a declaração de 2019/2020. O IBGE aponta uma pequena diferença, que o capital fica em torno de 6,3 bilhões. Com a proposta, caso seja sancionado e posto e em prática, estaríamos reduzindo para R$ 1,5 bilhão, estaríamos abdicando de verba que poderia ser utilizada para outros benefícios”.</p>



<p>O especialista explica que beneficiar o setor imobiliário é importante, mas defende que isso deveria ser pensado de outra forma, com outras medidas. “É um contrassenso absoluto e vai gerar déficit arrecadatório, privilegiando quem já tem moradia, em detrimento daqueles que poderiam ser beneficiados por outras políticas públicas para aquecer o mercado imobiliário como financiamentos de imóveis, créditos do setor da construção civil, políticas públicas habitacionais em geral”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Menos aluguéis informais</strong></p>



<p>O PL 709 é uma lei curta e objetiva, que visa transformar a realidade das relações de locação. A lei não entra no aspecto de pessoas jurídicas, trata apenas sobre os aluguéis de pessoas físicas proprietárias de imóveis.</p>



<p>A ideia da proposta, na visão do advogado, é justamente incentivar a formalidade. “Entrando em vigor, a partir de agora, para não pagar tributo, você vai ter que levar para a Receita Federal o contrato de locação, demonstrativos de pagamento. Aquela coisa de pagar em dinheiro e receber recibo assinado à mão vai acabar, agora tudo será por transferência, as garantias serão mais seguras e isso notoriamente dá uma aquecida no mercado de locação”, explica Gustavo Martinelli.</p>



<p>Segundo o advogado, essa preocupação com a mudança da lei é mais sensível para quem vivia na informalidade e agora quer buscar esse benefício fiscal. “Sempre é bom lembrar que a Receita Federal tem o prazo de cinco anos para poder te autuar por alguma irregularidade declarada no Imposto de Renda. Então, se ano passado você já era proprietário, alugava seu imóvel e não declarou essa renda, esse ano você quer aproveitar os benefícios da lei, lembre-se: a Receita vai conhecer essa realidade, vai tomar ciência e depois vai poder te perguntar porquê você não fez isso nos anos anteriores. Se constatar que você cometeu fraude, vai te levar a uma multa qualificada de 150%. Sempre recomendo que cumpram a norma, mas saiba que há um risco”.&nbsp;</p>



<p>A medida incentiva os inquilinos a declararem. No caso, os inquilinos informam a quem estão pagando e os proprietários que não informarem podem cair na malha fina. “Esse projeto foi inteligente ao colocar a possibilidade de um regular o outro. Tanto o proprietário vai poder dizer que está recebendo a verba de fulano de tal, e por isso quero meu desconto, e o inquilino vai fazer a mesma coisa. Se houver algum ponto de divergência nessa conversa, complicou para os dois. Do ponto de vista da inteligência fiscal, esse projeto de lei é inteligente, porque retira os deveres de fiscalizar da receita e coloca entre os próprios contribuintes. Um vai fiscalizar o outro, se não os dois caem juntos”, considerou o advogado.</p>



<p>A ABMI concorda que a formalidade é incentivada, mas reforça que, nas imobiliárias, isso já é uma prática comum. “Dos imóveis que são administrados por imobiliárias, você não tem hoje a informalidade, porque as imobiliárias têm que prestar contas à Receita Federal e as penalidades são muito altas. O que temos são contratos diretos de proprietários com inquilinos e agora a lei gera uma situação que não compensa ficar irregular”, detalhou Gonzalo Fernandez.</p>



<p>A penalidade aumentada de 150% foi uma forma encontrada de fazer com que a diminuição na arrecadação seja compensada de algum jeito, na avaliação da ABMI. “Em contrapartida, mais uma vez isso nas imobiliárias não existe. Toda imobiliária tem que, anualmente, fazer a declaração DIMOB, então não existem valores diferentes do que de fato é o contrato. Essa situação acontece&nbsp; em contratos diretos de proprietários e inquilinos. De modo geral, não vai mais compensar ter um contrato que não espelhe a realidade, porque o imposto diminuiu significativamente e as multas aumentarão muito”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para a ABMI, a validade de cinco anos da lei, que iria até 2027, é um bom prazo para experimentar. “Em cinco anos vamos poder ter números que mostrem qual foi o impacto que isso criou no mercado nestes anos, como isso impactou. Vai ser uma leitura muito boa nesse prazo, porque vai permitir uma avaliação até da manutenção desse incentivo”.</p>



<p>O setor imobiliário, como reforçou o vice-presidente estratégico da ABMI, tem uma influência muito grande na geração de empregos. “Então, quando você incentiva a fazer investimentos, você movimenta toda uma indústria muito grande. Por isso, reforçamos que a lei vai contribuir com o mercado como um todo”.</p>
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