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	<title>Arquivos aluguel - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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	<description>A ABMI tem como objetivo potencializar a competitividade e a troca de informações entre suas associadas: imobiliárias líderes em seus mercados.</description>
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	<title>Arquivos aluguel - ABMI - Associação Brasileira do Mercado Imobiliário</title>
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		<title>Associados da ABMI analisam cenários e oportunidades para o mercado imobiliário em 2026</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 15:05:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trinta e um associados da ABMI, entre os mais de 60 que integram a entidade, foram ouvidos pelo site para traçar um panorama das expectativas do mercado imobiliário em 2026. Os depoimentos, vindos de todas as regiões do país, reforçam a capilaridade da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e revelam um setor que segue em movimento constante, bem diferente da máxima popular de que “o ano no Brasil só começa depois do Carnaval”. Confira</p>
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<p>Trinta e um associados da ABMI, entre os mais de 60 que integram a entidade, foram ouvidos pelo site para traçar um panorama das expectativas do mercado imobiliário em 2026. Os depoimentos, vindos de todas as regiões do país, reforçam a capilaridade da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário e revelam um setor que segue em movimento constante, bem diferente da máxima popular de que “o ano no Brasil só começa depois do Carnaval”.</p>



<p>O levantamento chega após um 2025 que surpreendeu pela força do mercado. Mesmo com a Selic mantida em 15%, o setor encerrou o ano com valorização acima da inflação. O Índice FipeZAP registrou alta de 6,5% nos preços de venda, garantindo ganho real a proprietários e investidores.</p>



<p>A demanda permaneceu firme, sustentada por renda em alta, desemprego no menor nível em mais de uma década e um PIB que avançou 2,3%. No aluguel, o desempenho foi ainda mais robusto, com alta acumulada de 8,70% em 11 meses e rentabilidade crescente em diversas regiões.</p>



<p>Esse cenário ajuda a explicar o otimismo que permeia boa parte dos depoimentos. De Norte a Sul, a percepção recorrente é de que 2026 tende a ser um ano de oportunidades, apesar – ou até em função – da realização da Copa do Mundo e de eleições gerais que definirão presidente, governadores, senadores e deputados.</p>



<p>Para vários associados, ciclos eleitorais costumam movimentar o setor, pois incorporadoras antecipam lançamentos, investidores buscam ativos mais seguros e a expectativa de mudanças na política econômica pode até acelerar decisões de compra. Em um ambiente assim, o mercado imobiliário tende a manter seu próprio ritmo, mesmo quando outros segmentos pisam no freio.</p>



<p>Entre os pontos mais citados, a expectativa de queda dos juros aparece como um significativo vetor de confiança. A previsão de redução gradual da Selic e a ampliação das linhas de crédito habitacional são vistas como motores capazes de destravar demanda reprimida, sobretudo no segmento econômico.</p>



<p>As regiões também projetam movimentos distintos. No Norte, o uso predominante do FGTS deve impulsionar forte expansão. No Nordeste, turismo aquecido e capital de outras regiões estimulam novos projetos; no Centro-Oeste, baixa oferta e valorização consistente mantêm o setor aquecido. No Sul e no Sudeste, novos empreendimentos, escassez de terrenos e procura crescente reforçam a perspectiva de mais um ciclo positivo.</p>



<p>Os depoimentos mostram que, enquanto o país se prepara para um ano de intensa movimentação política e esportiva, o mercado imobiliário – e os associados da ABMI &#8211; já operam em ritmo acelerado. Para eles, 2026 já começou.</p>



<p>Confira agora os depoimentos:</p>



<p><strong><u>NORTE</u></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/001-Grauben.jpg" alt="" class="wp-image-10029" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/001-Grauben.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/001-Grauben-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/001-Grauben-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/001-Grauben-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Grauben Lauschner</u></strong><strong>, CEO e cofundadora da Lauschner Negócios Imobiliários, de <u>Manaus (AM)</u></strong></p>



<p>Anos atrás, Manaus representava praticamente todo o Amazonas em termos de mercado imobiliário. Havia pouquíssima interiorização e o estado movimentava cerca de 900 milhões de reais por ano em VGV, um volume bastante modesto. Em menos de uma década, esse número saltou para quase 3 bilhões, mostrando uma transformação muito significativa. As principais construtoras da região hoje giram em torno de 35 milhões por mês. Registramos recentemente uma construtora local, com mais de 50 anos de história, alcançando 122 milhões em um mês considerado fraco — período em que a população costuma viajar e o mercado enfrenta diversas limitações. Mesmo assim, em dezembro vendemos 30% mais do que no mesmo mês do ano anterior. Manaus é um mercado fortemente dominado pelo segmento econômico, com grande presença de trabalhadores CLT e uso de FGTS. Tradicionalmente, havia um vácuo no fim do ano por conta dos ajustes de orçamento da Caixa Econômica Federal. Neste ano, mesmo com a redistribuição nacional da dotação orçamentária e alguns dias de instabilidade no sistema — além de ajustes nas faixas de subsídio — o mercado fluiu muito bem. Dezembro foi excepcional, algo incomum para o período. Janeiro manteve o ritmo forte. Com a tendência de queda da taxa Selic e o retorno da linha para cotistas da Caixa, estamos muito otimistas para 2026. Tudo indica que será um ano de excelente desempenho para o mercado imobiliário de Manaus.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/002-Sefrin.jpg" alt="" class="wp-image-10030" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/002-Sefrin.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/002-Sefrin-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/002-Sefrin-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/002-Sefrin-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Carlos Sefrin</u></strong><strong>, diretor de Integração Social da ABMI e CEO da Sefrin Negócios Imobiliários, de <u>Cacoal (RO)</u></strong></p>



<p>Em Rondônia, especialmente na cidade de Cacoal e região, a expectativa para o mercado imobiliário é de crescente valorização, impulsionada pela baixa oferta de imóveis para locação e venda. A aprovação de novos empreendimentos ainda representa um grande desafio, devido à morosidade dos processos e à insegurança jurídica envolvida.Os estudos de viabilidade de novos projetos são realizados em um cenário econômico e acabam se concretizando em outro, muito mais adiante — muitas vezes ultrapassando cinco anos. Nesse intervalo, os empreendimentos ficam sujeitos a novas exigências do poder público que não estavam previstas inicialmente, o que aumenta o risco e a complexidade para quem deseja construir.</p>



<p><strong><u>NORDESTE</u></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/003-Henrique-Raposo-2.jpg" alt="" class="wp-image-10068" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/003-Henrique-Raposo-2.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/003-Henrique-Raposo-2-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/003-Henrique-Raposo-2-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/003-Henrique-Raposo-2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong>Henrique Rapôso, CEO da Márcio Rapôso Imóveis, de Maceió (AL)</strong></p>



<p>A expectativa para o mercado imobiliário brasileiro em 2026 é a melhor possível. Levando em conta os índices percentuais positivos que indicam valorização no final de 2025 pela FipeZap, quase 7% em 12 meses nos preços de venda, índice que ficou acima da inflação, quase 9% no aluguel, além da já conhecida segurança (proteção patrimonial) que é o investimento em imóveis em tempos de incerteza política e econômica. Aqui no Nordeste está um dos maiores vetores de crescimento nacional, segunda a Câmara Brasileira da Industria da Construção, impulsionada pelo &#8220;boom&#8221; de lançamentos e a grande valorização turística, a região tem um cenário favorável, com crescimento estimado em até 10% no setor imobiliário geral. Embora 2026 seja um ano em que a política exerça um papel protagonista na maioria dos segmentos, estamos confiantes que faremos deste um ano cheio de conquistas e superando 2025, fortalecendo ainda mais o mercado que detém o investimento mais seguro, o imóvel.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/004-Nogueira.jpg" alt="" class="wp-image-10033" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/004-Nogueira.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/004-Nogueira-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/004-Nogueira-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/004-Nogueira-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Armando Nogueira</u></strong><strong>, CEO do Hub On Ecossistema Imobiliário, associado ABMI de <u>Recife (PE)</u></strong></p>



<p>Minha expectativa para 2026 é extremamente positiva. Vejo um primeiro semestre muito aquecido, com as incorporadoras, de modo geral, antecipando seus lançamentos e concentrando grande parte deles nos primeiros meses do ano para evitar o período de eleições e de Copa do Mundo. Esse movimento é normal em anos como esse; as pessoas costumam ficar um pouco mais apreensivas em relação ao segundo semestre, mas, no fim, tudo funciona bem. Acredito que o primeiro semestre já está garantido, com um resultado muito forte. E estou convicto de que o segundo semestre será uma grande surpresa para todos, positiva, extremamente positiva. O mercado econômico não para por causa de eleição nem de Copa do Mundo. Os horários dos jogos não impactam o ritmo dos negócios, e muitas vezes o cenário político faz com que investidores busquem alternativas seguras, como o mercado imobiliário, que é uma moeda forte. Em Pernambuco, nossa expectativa é igualmente positiva. O Hub tem a ambição de alcançar seu 1 bi este ano e vai trabalhar com toda força para isso, com a certeza de um primeiro semestre muito robusto e de um segundo semestre igualmente promissor. Já temos na agenda o nosso Salão Imobiliário, que acontecerá na segunda quinzena de maio. Estamos atuando com cerca de 2&nbsp; bilhões de reais em lançamentos apenas no litoral, voltados para médio e alto padrão. Dentro da cidade, devemos alcançar aproximadamente um bilhão e meio de VGV no primeiro semestre. No segmento econômico e no Minha Casa Minha Vida, também estamos envolvidos diretamente, com algo em torno de 1 bilhão em lançamentos previstos para esse mesmo período.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005-Ricardo-Abreu.jpg" alt="" class="wp-image-10032" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005-Ricardo-Abreu.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005-Ricardo-Abreu-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005-Ricardo-Abreu-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005-Ricardo-Abreu-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Ricardo Abreu</u></strong><strong>, ex-presidente da ABMI, CEO da Abreu Imóveis, de <u>Natal (RN)</u></strong></p>



<p>As perspectivas são extremamente positivas, uma vez que o turismo interno está muito aquecido. Isso tem provocado uma forte migração de investidores do Sul e do Centro-Oeste para a região Nordeste. Esse movimento ampliou significativamente a valorização dos imóveis para locação e a rentabilidade do setor. Nos últimos seis, sete, oito anos, o mercado imobiliário brasileiro vem sendo impulsionado por novos projetos, e essa onda chegou com muita força ao Nordeste, especialmente em Natal, na Paraíba e também em Fortaleza. Como resultado, as vendas na região têm crescido de forma muito expressiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005a.jpg" alt="" class="wp-image-10034" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005a.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005a-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005a-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/005a-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Jorge Santos</u></strong><strong>, CEO da Cohab Premium, associada de <u>Aracaju (SE)</u>, que em março assume como presidente da ABMI para a gestão 2026-2025</strong></p>



<p>O mercado imobiliário está cada vez mais profissional. Ele busca entender o cliente para gerar experiência, trazendo novidades e tecnologia. Os imóveis e condomínios estão se tornando ambientes familiares, oferecendo experiências de trabalho, lazer, espaços para pets, conveniência, academias bem montadas e muito mais. O mercado já se profissionalizou muito na área construtiva e agora está se profissionalizando ainda mais no atendimento ao cliente, surpreendendo com espaços inteligentes e soluções inovadoras. Acredito que o mercado está cumprindo seu papel evolutivo e deve surpreender com um crescimento muito positivo.</p>



<p><strong><u>CENTRO-OESTE</u></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/006-Guido.jpg" alt="" class="wp-image-10035" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/006-Guido.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/006-Guido-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/006-Guido-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/006-Guido-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Guido Grando</u></strong><strong>, da Rosa Imóveis, <u>Cuiabá (MT)</u>, diretor financeiro e secretário na atual diretoria da ABMI</strong></p>



<p>No plano regional, Cuiabá encerrou 2025 com um recorde histórico, movimentando R$ 5,7 bilhões, um crescimento de 17,99% em faturamento e de 24,87% no volume de unidades transacionadas em relação a 2024. Várzea Grande também manteve a robustez, alcançando R$ 1,4 bilhão em transações. Esse desempenho foi impulsionado principalmente pela força do programa Minha Casa, Minha Vida e pela expansão urbana nas regiões Oeste e Leste da capital. O volume de financiamentos em Cuiabá saltou 46%, atingindo R$ 1,57 bilhão, o que demonstra a resiliência da demanda mesmo sob juros elevados. Em nível nacional, o Índice FipeZap confirmou a valorização real dos ativos, com alta de 6,5% nos preços de venda contra uma inflação de 4,26%. O mercado de locação, com avanço de 8,7%, consolidou o imóvel como uma reserva de valor e excelente opção de rentabilidade para o investidor. Para 2026, a expectativa é de um novo ciclo de crescimento. O anúncio da injeção de R$ 37 bilhões no crédito habitacional e a atualização do teto do SFH para R$ 2,25 milhões devem destravar a demanda da classe média, que vinha reprimida pelo custo do financiamento. Com a perspectiva de queda gradual da Selic ao longo do ano, projetamos uma recuperação mais equilibrada entre os segmentos. Em Mato Grosso, a tendência é de estabilidade no volume de vendas com valorização contínua, especialmente em bairros consolidados e condomínios de alto padrão, sustentada pelo vigor econômico do Estado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/007-Renato-Perez-1.jpg" alt="" class="wp-image-10037" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/007-Renato-Perez-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/007-Renato-Perez-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/007-Renato-Perez-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/007-Renato-Perez-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Renato Perez</u></strong><strong>, integrante da Comissão Extraordinária de Assuntos Parlamentares da Associação, diretor-executivo da Perez Imóveis, de <u>Campo Grande, MS</u></strong></p>



<p>O mercado imobiliário de Campo Grande apresentou desempenho sólido em 2025, com valorização dos imóveis residenciais em linha com o cenário nacional e demanda sustentada por renda, emprego e déficit habitacional. Dados divulgados pela imprensa local indicam alta próxima de 5% nos preços de venda ao longo do ano, com destaque para bairros bem localizados e imóveis de padrão médio. Para 2026, a expectativa é positiva: a perspectiva de queda dos juros, maior oferta de crédito imobiliário e o fortalecimento do Minha Casa, Minha Vida devem ampliar a liquidez do mercado e estimular novos lançamentos, mantendo oportunidades tanto para quem busca moradia quanto para investidores de longo prazo.</p>



<p><strong><u>SUDESTE</u></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/008-Lecio.jpg" alt="" class="wp-image-10038" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/008-Lecio.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/008-Lecio-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/008-Lecio-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/008-Lecio-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Lecio Narciso</u></strong><strong>, sócio-fundador da Atrium Netimóveis, de Vitoria (ES)</strong></p>



<p>Minha expectativa para 2026 é de continuidade do forte aquecimento do mercado imobiliário da Grande Vitória. A demanda por imóveis compactos, especialmente unidades de um e dois quartos, deve seguir muito elevada, inclusive nos bairros mais nobres, onde esse formato vem ganhando espaço de forma consistente. Ao mesmo tempo, o segmento de alto padrão permanece extremamente robusto, com lançamentos de luxo sendo vendidos em velocidade surpreendente e com valores que já ultrapassam trinta mil reais por metro quadrado nas regiões mais valorizadas. Esse movimento é sustentado por características estruturais de Vitória. Por sermos uma ilha pequena, com oferta limitada de terrenos e qualidade de vida elevada, a valorização tende a continuar. A cidade segue liderando o ranking nacional de metro quadrado médio mais caro entre as capitais, e a verticalização deve se intensificar, já que muitos novos empreendimentos surgem a partir da substituição de prédios antigos por projetos mais modernos e altos. Além disso, fatores como boa gestão pública, serviços eficientes, mobilidade facilitada e o fortalecimento das regiões de montanha, como Domingos Martins e Santa Teresa, ampliam a atratividade do estado e reforçam a solidez do mercado. Com isso, vejo 2026 como um ano de continuidade do crescimento, manutenção da alta demanda e valorização sustentada em todos os segmentos relevantes.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/009-Adriana-1.jpg" alt="" class="wp-image-10040" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/009-Adriana-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/009-Adriana-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/009-Adriana-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/009-Adriana-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Adriana Magalhães</u></strong><strong>, diretora de Missões Empresariais da ABMI, diretora da CéuLar Netimóveis, de <u>Belo Horizonte (MG)</u></strong></p>



<p>Entramos em 2026 com boas perspectivas. Mesmo sendo um ano de eleição e de cenário macroeconômico sensível, a tendência de queda dos juros deve trazer mais estabilidade ao mercado. Depois de um 2025 mais difícil, marcado por cautela dos clientes e alta nos preços, especialmente nos aluguéis — que em Belo Horizonte ultrapassaram 13% —, esperamos um movimento maior de investidores retornando ao setor imobiliário, já que manter o dinheiro parado tem se mostrado pouco vantajoso. A dinâmica natural da vida do brasileiro continua impulsionando a demanda: casamentos, separações, abertura e encerramento de negócios. Os bancos também têm buscado flexibilizar taxas, o que reforça nosso otimismo. Mesmo em um ano desafiador, crescemos mais de 20% na imobiliária, e acreditamos que 2026 será ainda melhor, tanto na locação quanto na compra e venda. Observamos também o aumento da procura por consórcios como alternativa de aquisição, o que tem ampliado nossas parcerias e atuação nesse segmento. Na tecnologia, avançamos significativamente: hoje, 100% dos leads passam primeiro por inteligência artificial, que faz a qualificação antes de direcionar ao time comercial. Acreditamos que a IA seguirá fortalecendo a prestação de serviços, permitindo que o atendimento humano seja cada vez mais consultivo. Estar em uma associação forte como a ABMI reforça esse movimento e amplia nossas oportunidades para o próximo ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/010-Emanuelly.jpg" alt="" class="wp-image-10041" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/010-Emanuelly.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/010-Emanuelly-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/010-Emanuelly-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/010-Emanuelly-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Emanuelly Araújo</u></strong><strong>, CEO da JK Imóveis, de <u>Sete Lagoas (MG) </u>e diretora de Eventos da ABMI</strong></p>



<p>Ao analisar os dados mais recentes do mercado, entendo que a valorização dos imóveis e dos aluguéis acima da inflação reflete um movimento estrutural, e não pontual, do setor imobiliário. Esse comportamento reforça o imóvel como um ativo de proteção patrimonial e geração de renda, especialmente no segmento de locação, que tem apresentado rentabilidade real positiva. Para o investidor, esse cenário amplia o interesse por imóveis como estratégia de diversificação e preservação de capital. Ao mesmo tempo, também observamos um aumento na busca pelo imóvel próprio, já que muitas famílias passam a enxergar a compra como uma forma de reduzir a exposição a reajustes recorrentes de aluguel e garantir previsibilidade de custos. Em mercados regionais com demanda consistente, como Sete Lagoas, essa tendência deve se manter ao longo de 2026, especialmente com a expectativa de melhora gradual nas condições de crédito e queda dos juros.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/011-Vinicius-Costa-1.jpg" alt="" class="wp-image-10043" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/011-Vinicius-Costa-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/011-Vinicius-Costa-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/011-Vinicius-Costa-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/011-Vinicius-Costa-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Vinicius Costa</u></strong><strong>, sócio e CEO da Ivan Negócios Imobiliários, de <u>Uberlândia (MG)</u></strong></p>



<p>A minha perspectiva para 2026 é bastante positiva. O mercado de aluguel de imóveis continua em crescimento ano após ano, e o segmento residencial tem surpreendido muito. Durante muito tempo se dizia que o imóvel comercial era o que realmente valia a pena, mas hoje vejo vários imóveis residenciais rentabilizando melhor do que muitos comerciais. O aluguel residencial tem mostrado desempenho consistente e, na minha visão, deve crescer ainda mais em 2026, podendo superar os resultados dos anos anteriores. O fato é que o aluguel permanece como uma demanda real e constante. Todo mundo, de alguma forma, tem interesse em investir ou em alugar, e isso mantém o mercado sempre ativo. Por esses motivos, acredito que o setor continuará aquecido e com boas oportunidades no próximo ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/012-Marcio-Schneider.jpg" alt="" class="wp-image-10044" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/012-Marcio-Schneider.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/012-Marcio-Schneider-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/012-Marcio-Schneider-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/012-Marcio-Schneider-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Márcio Schneider</u></strong><strong>, integrante do Conselho de Administração na APSA (Administração Predial e negócios imobiliários S.A.), do <u>Rio de Janeiro (RJ)</u>, ex-presidente e atual diretor de Planejamento da ABMI</strong></p>



<p>Acredito que o mercado imobiliário em 2026 deve manter um comportamento muito semelhante ao de 2025. Enquanto os juros continuarem altos, a locação segue favorecida e permanece extremamente aquecida. Ao mesmo tempo, com toda a instabilidade política que vivemos, especialmente em ano de eleição, muitas pessoas acabam diversificando seus investimentos e direcionando parte do capital para imóveis, pela segurança que o setor oferece. Afinal, tijolo é tijolo. Minha percepção é que o mercado continuará forte na locação, e as vendas também devem acontecer impulsionadas pela busca por proteção patrimonial diante desse cenário de instabilidade, sobretudo jurídica, que está bastante elevada. Além disso, é um ano de eleição e de Copa do Mundo, fatores que sempre influenciam o comportamento dos investidores. No geral, espero que o mercado siga na mesma batida de 2025, com boa demanda, locação aquecida e vendas sustentadas pela necessidade de segurança e diversificação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/013-Milena.jpg" alt="" class="wp-image-10045" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/013-Milena.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/013-Milena-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/013-Milena-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/013-Milena-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Milena Arbix Polido</u></strong><strong>, sócia diretora de Negócios da Arbix Imóveis, de <u>Americana (SP)</u></strong></p>



<p>O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 com bases sólidas: valorização acima da inflação, rentabilidade crescente dos aluguéis e um ambiente econômico mais favorável, marcado por renda em alta, desemprego baixo e expectativa de queda dos juros. Em Americana e região, esse cenário se confirma pelos novos empreendimentos prestes a serem lançados, reforçando a confiança na demanda local e no potencial de crescimento sustentável, especialmente pela localização estratégica na RMC, que atrai investidores e moradores em busca de qualidade de vida. Mesmo com desafios como custos de construção elevados e oferta mais restrita, o setor segue se adaptando. A Arbix Imóveis entra nesse novo ciclo preparada: otimizamos nosso time, aprimoramos processos e adotamos ferramentas mais eficientes, garantindo mais agilidade, inteligência comercial e foco em resultados. Acreditamos que momentos desafiadores exigem método, alinhamento e clareza de direção. Com essa visão, a Arbix se posiciona para os próximos lançamentos e para mais um capítulo de crescimento consistente no mercado imobiliário regional.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/014-Mauro.jpg" alt="" class="wp-image-10046" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/014-Mauro.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/014-Mauro-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/014-Mauro-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/014-Mauro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Mauro Vanti Macedo</u></strong><strong>, integrante da Comissão Extraordinária para Assuntos Parlamentares da ABMI e CEO da homehunters, de <u>Campinas (SP)</u></strong></p>



<p>O ano de 2025 foi difícil, com a Selic em 15% e pouca oferta de crédito para o segmento médio e médio‑alto. Como os projetos imobiliários têm um ciclo longo — concepção, aprovação e construção — minha expectativa é de que faltem imóveis para a classe média já em 2026 e 2027. Hoje os preços ainda estão bons, abaixo do que deveriam estar, e muita gente está aproveitando para comprar mesmo com juros altos, porque a tendência é a Selic começar a cair a partir de março. Quem financiar agora poderá fazer portabilidade depois, quando os juros baixarem. Vejo uma clara tendência de valorização dos imóveis, especialmente os de classe média, assim como já aconteceu com a locação. Imóveis bons, principalmente condomínios‑clube, subiram cerca de 25% na região nos últimos dois anos por causa da escassez e da dificuldade de comprar com juros altos. Com a Selic mais baixa, muita gente deve voltar a comprar em vez de pagar aluguéis cada vez mais caros. Acredito que, apesar de Copa e eleição, o segundo semestre será mais desafiador, mas a partir de 2027 veremos uma valorização forte. Também enxergo uma mudança no perfil dos imóveis: unidades menores, entre 25 e 35 metros, muito bem planejadas, voltadas para a geração Z, que não quer pagar por espaço que não usa e busca conveniência dentro do próprio condomínio. Essa é a tendência que vejo para o próximo ano: valorização na venda e locação ainda pressionada pela falta de oferta, até que as construtoras retomem a compra de terrenos e o ciclo volte a girar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/015-Roberto-Borghette.jpg" alt="" class="wp-image-10047" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/015-Roberto-Borghette.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/015-Roberto-Borghette-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/015-Roberto-Borghette-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/015-Roberto-Borghette-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Roberto Borghette de Melo</u></strong><strong>, um dos fundadores da ABMI. É CEO da Toca Imóveis, de <u>Marília (SP)</u></strong></p>



<p>Mesmo com juros elevados e crédito mais caro, sigo enxergando um mercado imobiliário brasileiro surpreendentemente resiliente, onde a valorização média de 8,17% nos últimos 12 meses — com unidades compactas chegando a quase 9% — reforça a força da demanda, assim como o avanço de 40,6% nas vendas em São Paulo e as altas superiores a 20% em cidades como Salvador e Fortaleza, que mostram dinâmicas regionais muito vigorosas. A movimentação de cerca de R$ 180 bilhões em 2025, impulsionada por programas habitacionais e políticas de crédito que viabilizaram quase 1,9 milhão de moradias contratadas, evidencia que, mesmo em um ambiente de financiamento mais restritivo, o brasileiro continua priorizando o imóvel como ativo de segurança e oportunidade. Por isso, quando olho para 2026, acredito em um crescimento sustentável, talvez com ritmo de valorização um pouco mais moderado, mas ainda apoiado por uma possível redução gradual dos juros, pela continuidade de incentivos ao crédito e pela maturidade de um setor que aprendeu a operar com eficiência mesmo em cenários adversos, mantendo-se como um dos pilares mais sólidos da economia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/016-Angelo.jpg" alt="" class="wp-image-10048" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/016-Angelo.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/016-Angelo-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/016-Angelo-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/016-Angelo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Angelo Frias Neto</u></strong><strong>, diretor-presidente da Frias Neto Consultoria de Imóveis, de <u>Piracicaba (SP</u>), e diretor de Relacionamento Sul/Sudeste da ABMI</strong></p>



<p>Em 2025 mesmo com a Selic em 15% aa tivemos um crescimento das vendas de imóveis, tanto pela necessidade de compra quanto como segurança de investimento. Em 2026 com a aguardada queda da Selic aliada a situação de inadimplência de algumas instituições do mercado financeiro, a expectativa é de aumento nas vendas e no valor dos imóveis. Quanto a locação a procura por imóveis continua muito forte, visto que o percentual de domicílios alugados no Brasil tem crescido, passando de cerca de 17% em 2016 para cerca de 23% em 2024 e no estado de São Paulo 27%. O que leva a continuar a procura e o aumento dos valores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/017-Nilson-Ferreira-1.jpg" alt="" class="wp-image-10050" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/017-Nilson-Ferreira-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/017-Nilson-Ferreira-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/017-Nilson-Ferreira-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/017-Nilson-Ferreira-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Nilson Ferreira</u></strong><strong>, CEO e fundador da Guaíra Negócios Imobiliários, de <u>São Bernardo do Campo (SP</u>), ABC Paulista, e Zona Sul de São Paulo</strong></p>



<p>Olha, eu estou bem animado com o que vem por aí no mercado imobiliário em 2026. Acredito que será um ano cheio de oportunidades. A economia está se recuperando, e isso sempre impulsiona as vendas. As cidades continuam crescendo e, com isso, surgem novas áreas com grande potencial de valorização. Bairros antes pouco lembrados podem se tornar “o novo lugar para estar”, atraindo investidores e compradores. Além disso, com a expectativa de taxas de juros mais amigáveis, mais pessoas devem conseguir realizar o sonho da casa própria. Tudo indica que 2026 será um ano de crescimento e boas surpresas para o setor imobiliário. Estou empolgado para ver como esse cenário vai se desenrolar e como podemos aproveitar essa onda positiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/018-Italo-Cardinali-Filho-.jpg" alt="" class="wp-image-10051" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/018-Italo-Cardinali-Filho-.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/018-Italo-Cardinali-Filho--300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/018-Italo-Cardinali-Filho--150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/018-Italo-Cardinali-Filho--768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Ítalo Cardinali Filho</u></strong><strong>, o “Italinho”, CEO da Imobiliária Cardinali, associada da ABMI em <u>São Carlos (SP)</u>, coordenador da Comissão Extraordinária para Assuntos Parlamentares da ABMI</strong></p>



<p>Minha expectativa para 2026 é muito boa. Em anos de eleição, a gente sempre percebe uma maior movimentação de dinheiro na economia. Somado a isso, a expectativa de queda dos juros tende a aquecer ainda mais as vendas. O comportamento é sempre o mesmo: juros altos reduzem a demanda por imóveis; juros baixos aumentam. Mesmo com juros elevados recentemente, tivemos um crescimento razoável nas vendas. Por isso, com a perspectiva de queda, o cenário fica ainda mais positivo. Acredito que o momento de compra é agora. Sempre que os juros começam a cair, a procura por imóveis aumenta, e isso faz com que os preços subam. Então, neste primeiro semestre, quem comprar tende a fazer o melhor negócio. A partir de março ou abril, com a tendência de queda dos juros, os proprietários ficam menos flexíveis, porque há mais gente comprando. Temos uma perspectiva muito boa para este ano: mais dinheiro circulando e tendência de redução dos juros. Na contrapartida, o mercado de locação segue aquecido. Como as vendas não foram tão expressivas no último período, os aluguéis subiram, e a questão tributária pode pressionar ainda mais os valores. Isso é ruim para quem aluga, mas é positivo para quem compra para investir, porque a rentabilidade melhora. Acredito que será um ano muito favorável para o mercado imobiliário na região central do Estado de São Paulo, tanto na compra e venda quanto na locação. A Cardinali atua fortemente nessa região: nossa matriz é em São Carlos e temos filiais em Ribeirão Preto, Campinas, Araraquara, Ibaté e Itirapina.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/019-Alfredo.jpg" alt="" class="wp-image-10052" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/019-Alfredo.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/019-Alfredo-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/019-Alfredo-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/019-Alfredo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Alfredo Freitas</u></strong><strong>, Nova Freitas Imóveis, <u>São Jose dos Campos (SP</u>), atual presidente da ABMI</strong></p>



<p>O ano de 2025 mostrou um mercado imobiliário extremamente interessante, com muitas oportunidades tanto para compradores quanto para proprietários de imóveis para locação. O setor se manteve pujante, mesmo diante das altas taxas de juros ainda vigentes. Os sinais emitidos pela economia — como a percepção de aumento de renda, a queda da inflação e as indicações do Copom e do Banco Central sobre a possibilidade de redução das taxas de juros — trouxeram mais confiança ao mercado. Isso reforça a perspectiva essencial de redução do custo do crédito, que é o grande alavancador dos negócios imobiliários no país, ampliando as chances de financiamento e permitindo que mais pessoas realizem suas aquisições. Os dados do interior, especialmente no Vale do Paraíba, onde atuamos, ilustram bem esse cenário. O empreendimento Parque da Floresta, em São José dos Campos, é um exemplo emblemático: aproximadamente 1.200 lotes, dos quais cerca de 1.100 foram vendidos em um único fim de semana. Esse desempenho reflete claramente o momento que estamos vivendo. E não foi um caso isolado — outros produtos, como prédios e apartamentos em São José dos Campos e em diversas cidades da região, também apresentaram excelente velocidade de vendas. Construtores, incorporadores e loteadores demonstram maior disposição para novos lançamentos em 2026, impulsionados pelos mesmos sinais positivos observados no último trimestre de 2025. Tudo indica que 2026 tem grande potencial para manter um mercado vibrante. A atratividade dos aluguéis, que apresentaram forte recuperação na rentabilidade ao longo de 2025, somada à valorização dos imóveis nas vendas do mesmo período, reforça a expectativa de continuidade desse movimento no próximo ano. Portanto, estamos diante de um momento extremamente relevante e promissor. Um período muito interessante para que as pessoas continuem investindo em patrimônio — seja na busca pela casa própria, por um apartamento ou por um terreno. Os indicadores mostram, de forma inequívoca, que 2026 tende a ser um ano muito positivo para o mercado imobiliário.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/020-Joaquim.jpg" alt="" class="wp-image-10053" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/020-Joaquim.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/020-Joaquim-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/020-Joaquim-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/020-Joaquim-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Joaquim Ribeiro</u></strong><strong>, CEO da Imobiliária Redentora, <u>São José do Rio Preto (SP</u>), ex-presidente e um dos fundadores da ABMI</strong></p>



<p>O mercado imobiliário encerrou 2025 com um dos melhores desempenhos da última década, registrando valorização real dos imóveis e forte rentabilidade nas locações. Esse ambiente positivo, sustentado pelo aumento da renda e pelo baixo desemprego, cria uma base sólida para um 2026 ainda mais favorável. Em São José do Rio Preto, a tendência nacional se confirma com características próprias. A escassez de terrenos bem localizados e o custo de construção mantêm a oferta ajustada, favorecendo a valorização de imóveis prontos e de lançamentos de alto padrão. A região, fortalecida pelo agronegócio e pelo setor de serviços, segue atraindo investidores em busca de segurança patrimonial e liquidez. As perspectivas para 2026 se apoiam na expectativa de redução dos juros, na ampliação do crédito imobiliário e na continuidade das políticas habitacionais, especialmente no segmento econômico. Esses fatores devem impulsionar novos ciclos de compra e manter a velocidade de vendas em patamares elevados. Com a combinação de economia regional forte, demanda consistente e maior acesso ao financiamento, São José do Rio Preto se posiciona como um dos mercados mais promissores do Estado para o próximo ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/021-Gonzalo-1.jpg" alt="" class="wp-image-10055" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/021-Gonzalo-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/021-Gonzalo-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/021-Gonzalo-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/021-Gonzalo-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Gonzalo Fernandez Mera</u></strong><strong>, presidente da Fernandez Mera Negócios Imobiliários, de <u>São Paulo (SP</u>), vice-presidente Estratégico da Associação</strong></p>



<p>O mercado imobiliário de médio e alto padrão em São Paulo deve apresentar, em 2026, uma valorização moderada, sustentada pela escassez de terrenos bem localizados, pelos custos de construção ainda elevados e por uma demanda estruturalmente resiliente, especialmente nos bairros mais consolidados e de perfil premium. Mesmo com juros ainda relativamente altos, o impacto tende a ser maior sobre o ritmo de vendas do que sobre os preços, que devem crescer de forma gradual, com maior liquidez à medida que o crédito se normalize. Incorporadoras seguem mais seletivas, priorizando projetos de maior valor agregado, empreendimentos boutique e diferenciação em localização, praticidade, tecnologia e design o que limita a oferta e sustenta a valorização. Com relaçao à Fernandez Mera estamos acreditando num crescimento acima do ano passado por conta de um pipeline de projetos 20% superior ao do ano passado , particularmente direcionado ao primeiro semestre ja que a segunda metade deste ano pode ficar mais prejudicada para lançamentos pelo evento da copa do mundo e das eleições. Ao analisar os dados mais recentes do mercado, entendo que a valorização dos imóveis e dos aluguéis acima da inflação reflete um movimento estrutural, e não pontual, do setor imobiliário. Esse comportamento reforça o imóvel como um ativo de proteção patrimonial e geração de renda, especialmente no segmento de locação, que tem apresentado rentabilidade real positiva.</p>



<p><strong><u>SUL</u></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/022-Jean-Michel.jpg" alt="" class="wp-image-10056" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/022-Jean-Michel.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/022-Jean-Michel-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/022-Jean-Michel-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/022-Jean-Michel-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><strong><u>Jean-Michel Galiano</u>, diretor na Apolar Imóveis, de <u>Curitiba (PR)</u></strong></strong></p>



<p>Entramos em 2026 com uma expectativa bastante positiva para o mercado imobiliário, mesmo em um ano marcado por acontecimentos relevantes, como as eleições presidenciais e a Copa do Mundo. A expectativa de queda gradual dos juros começa a dar fôlego para quem deseja adquirir um imóvel, reduzindo o custo do crédito e tornando o investimento em imóveis mais competitivo frente às aplicações financeiras.&nbsp; A Região Sul, que está nos nossos planos de expansão, mantém um bom ritmo de negócios e indicadores positivos, especialmente em cidades como Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis, que seguem com muita demanda, impulsionada pela busca por qualidade de vida. De forma geral, é um ano que promete boas oportunidades para quem estiver preparado. E nós estamos!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="790" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/023-Leandro.jpg" alt="" class="wp-image-10057" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/023-Leandro.jpg 790w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/023-Leandro-296x300.jpg 296w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/023-Leandro-768x778.jpg 768w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/023-Leandro-68x70.jpg 68w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></figure>



<p><strong><u>Leandro Fulgencio</u></strong><strong>, vice-presidente da Raul Fulgencio Negócios Imobiliários, de <u>Londrina (PR)</u></strong></p>



<p>De maneira geral, vejo o mercado imobiliário nacional como uma incógnita para este ano. Existe um certo otimismo por ser ano eleitoral, com possível injeção de recursos e início da queda dos juros, o que pode ajudar principalmente o segmento econômico. Mesmo assim, eu tenho dúvidas sobre qual será o impacto real. Não acredito que será um ano excelente, mas também não vejo um cenário ruim; deve ser um pouco melhor que o ano passado. Na nossa região, que é muito ligada ao agro, sentimos um pouco mais os efeitos do momento, mas a economia continua andando e começamos o ano aquecidos. Para nós, especificamente, acredito que será um ano muito bom, mais por fatores pontuais do que pelo mercado em si. Já estamos iniciando com um prédio comercial praticamente viabilizado e com dois grandes lançamentos de estúdios — cerca de mil unidades — em um mercado que nunca teve esse tipo de produto em Londrina. A legislação flexibilizou e vamos sair na frente com terrenos muito bem localizados. Como os tickets são mais acessíveis, entre 280 e 420 mil reais, isso traz de volta o investidor mediano, que ficou afastado com a alta dos preços dos apartamentos tradicionais. Além disso, teremos outros lançamentos mais convencionais. Mesmo que não performem de forma extraordinária, vender em ritmo moderado já torna o ano muito positivo. Por tudo isso, estamos animados e otimistas. Particularmente, acredito que teremos um ano muito bom, e que o mercado, no geral, deve ser ligeiramente melhor que o anterior.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/024-Tavarnaro.jpg" alt="" class="wp-image-10058" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/024-Tavarnaro.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/024-Tavarnaro-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/024-Tavarnaro-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/024-Tavarnaro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Carlos Tavarnaro</u></strong><strong>, CEO e fundador da Tavarnaro Consultoria Imobiliária, de <u>Ponta Grossa (PR)</u></strong></p>



<p>Em 2026, a expectativa para o mercado imobiliário de Ponta Grossa é de continuidade do ciclo positivo, porém de forma mais seletiva. A cidade vem se beneficiando da expansão industrial e logística nos Campos Gerais, do aumento da renda e do desemprego em níveis historicamente mais baixos, o que sustenta a demanda por imóveis, especialmente nas faixas econômica (impulsionada pelo Minha Casa, Minha Vida), médio padrão bem localizado e locação residencial. Os dados nacionais mostram que em 2025 os preços de venda subiram 6,5% e os aluguéis 8,7%, ambos acima da inflação, e Ponta Grossa acompanhou esse movimento com boa valorização e rentabilidade real para investidores. Para 2026, a tendência é de manutenção da demanda, apoiada na queda dos juros e maior oferta de crédito, mas com desafios relevantes: custos de construção ainda elevados, pressão sobre o preço de terrenos bem localizados e necessidade de projetos mais eficientes para caber no bolso do comprador. Em resumo, vejo um mercado ainda aquecido em Ponta Grossa, com espaço para valorização, mas exigindo mais critério na escolha de produtos e localizações, tanto para quem desenvolve quanto para quem investe.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/025-Marcelo-Brognoli.jpg" alt="" class="wp-image-10059" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/025-Marcelo-Brognoli.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/025-Marcelo-Brognoli-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/025-Marcelo-Brognoli-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/025-Marcelo-Brognoli-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Marcelo Brognoli</u></strong><strong>, presidente da ABMI por duas gestões, atual presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC) e diretor-presidente do Grupo Brognoli, de <u>Florianópolis (SC)</u></strong></p>



<p>O mercado imobiliário em Santa Catarina vive um momento excepcional. Na temporada, especialmente no litoral, há uma demanda muito forte por imóveis de alto padrão, luxo e alto valor. Regiões como Balneário Camboriú, Itapema, Bombinhas e todo o litoral sul têm registrado uma procura intensa. No interior do estado, esse movimento também se consolidou nos últimos meses — e já desde o ano passado — com grande volume de lançamentos e um ritmo consistente de negócios. Apesar dos juros elevados, que afetam principalmente os imóveis voltados à classe média, a tendência de valorização e aquecimento nas vendas permanece clara. Esse cenário também se reflete no mercado de aluguéis, impulsionado tanto pelos investidores que buscam renda quanto pelo aumento da procura de quem prefere alugar em vez de comprar. Como consequência, o segmento de locação também segue aquecido e com boas perspectivas para 2026.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/026-Evandro.jpg" alt="" class="wp-image-10060" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/026-Evandro.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/026-Evandro-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/026-Evandro-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/026-Evandro-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Evandro Luis Fhynbeen</u></strong><strong>, diretor da Simão Imóveis, associada da ABMI em <u>Erechim (RS)</u></strong></p>



<p>Minhas expectativas para o mercado imobiliário em 2026 são muito positivas. Estamos vivendo um momento aquecido, mesmo com a apreensão natural causada pelos juros. Acredito que, já na próxima reunião do Copom, teremos uma redução da taxa, o que tende a impulsionar ainda mais o setor. Sempre reforço que o melhor momento para comprar imóvel é justamente quando os juros estão altos, porque é quando conseguimos as melhores negociações. No instante em que os juros começam a cair, o investidor migra rapidamente para o mercado imobiliário e os preços sobem automaticamente. Por isso, temos orientado os investidores com muita clareza, para que tomem decisões com segurança. Imóvel continua sendo um investimento sólido, estável e pouco sujeito a interferências externas. Os negócios seguem em bom ritmo, o mercado de locação está muito forte e batemos recorde de crescimento em 2025, o que reforça nossa confiança para 2026. A expectativa é excelente, tanto para vendas quanto para aluguéis.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/027-Emersom.jpg" alt="" class="wp-image-10061" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/027-Emersom.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/027-Emersom-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/027-Emersom-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/027-Emersom-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Emerson Ferrão</u></strong><strong>, diretor-executivo da Arnel Imóveis, de <u>Passo Fundo (RS)</u></strong></p>



<p>Passo fundo está passando por um momento de crescimento muito importante. Os estoques de locação estão baixos e janeiro já começou em alta. Nas vendas, temos uma expectativa boa com a&nbsp; tendência&nbsp; de baixa da Selic e por ser um ano de eleição muito dinheiro deve ser direcionado para o mercado. Acreditamos que além de estimular o Minha Casa Minha Vida o governo também vai estimular os financiamentos para imóveis de valores até 1,5 milhão de reais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/028-Henrique-Fuhro-Souto-1.jpg" alt="" class="wp-image-10063" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/028-Henrique-Fuhro-Souto-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/028-Henrique-Fuhro-Souto-1-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/028-Henrique-Fuhro-Souto-1-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/028-Henrique-Fuhro-Souto-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Luiz Henrique Fuhro Souto</u></strong><strong>, direto da Fuhro Souto Consultoria Imobiliária, de <u>Pelotas (RS</u>), e atual presidente do Conselho da ABMI</strong></p>



<p>Eu acredito que o cenário nacional do mercado imobiliário em 2026 deve se manter em um nível ainda mais alto do que em 2025. As taxas de juros têm uma tendência clara de queda e, quando isso acontece, o mercado imobiliário reage rapidamente e sobe muito. Acredito que, dentro de poucos meses, já será notória uma valorização ainda maior do que a que vimos nos últimos anos. Mesmo sendo um ano de Copa do Mundo e de eleições, a dinâmica é sempre a mesma: quando a taxa de juros aponta para baixo, os preços dos imóveis sobem de forma significativa. Aqui na região, os indicadores são muito favoráveis, e a expectativa é de que esse movimento realmente se confirme. Neste ano, temos a projeção de lançar cerca de trezentos e cinquenta milhões de reais em VGV com exclusividade, sendo a maior parte desse volume destinada ao Minha Casa Minha Vida, faixa 2. Tudo o que temos lançado nos últimos anos nesse segmento foi totalmente vendido — nunca ficamos com estoque de MCMV. Quanto aos demais lançamentos, acredito que ainda há muito espaço para condomínios residenciais e loteamentos. O estoque de Pelotas é muito pequeno na faixa de preço entre quinhentos mil e um milhão de reais. Já no segmento até trezentos e cinquenta mil reais, tivemos uma superoferta recentemente, e esse mercado deve sentir um pouco mais devido ao estoque que ainda permanece nas construtoras. Mesmo assim, não tenho dúvida de que 2026 será um ano muito melhor do que 2025 para a nossa região.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/029-Ingo.jpg" alt="" class="wp-image-10064" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/029-Ingo.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/029-Ingo-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/029-Ingo-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/029-Ingo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Ingo Voelcker,</u></strong><strong> CEO da Auxiliadora Predial, empresa com quase um século de atuação, representante da ABMI em <u>Porto Alegre (RS)</u></strong></p>



<p>A nossa expectativa para 2026 é que o ano seja um pouco melhor do que 2025. Em períodos eleitorais, normalmente há uma entrada maior de dinheiro na economia, o que tende a favorecer o mercado imobiliário. Também devemos ver uma queda gradual da taxa de juros, ainda pequena no início, como costuma acontecer, mas suficiente para trazer mais ânimo ao setor. Na nossa operação, estamos ainda mais otimistas do que o mercado em geral. Projetamos um crescimento de dois dígitos, muito em função do trabalho que temos realizado: expansão para novos mercados, adoção de novas ferramentas e melhoria contínua na qualidade do serviço. Por tudo isso, vejo 2026 com uma perspectiva bastante positiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/030-Justo.jpg" alt="" class="wp-image-10065" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/030-Justo.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/030-Justo-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/030-Justo-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2026/02/030-Justo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Gustavo Justo</u></strong><strong>, diretor da Justo Imóveis e Negócios, de <u>São Leopoldo (RS</u>), que também integra a Comissão Extraordinária para Assuntos Parlamentares da ABMI</strong></p>



<p>Com a tendência de queda da Selic, que é o que vem sendo comentado no mercado, acredito que o financiamento imobiliário deve se fortalecer. O dinheiro começa a voltar para o setor, saindo dos bancos e retornando para o mercado imobiliário. É claro que teremos as dificuldades naturais de um ano com eleições e Copa do Mundo, que acabam atrapalhando um pouco os negócios. Mas, para o corretor que prospecta, que está na rua e cria oportunidades, 2026 tende a ser um ano de muitas possibilidades. Há também muitos clientes querendo vender seus imóveis. Então, quem está capitalizado ou bem planejado para comprar com financiamento consegue encontrar boas oportunidades. O mercado imobiliário sempre funciona assim. A crise pode atrapalhar, mas para quem sabe fazer negócio e busca imobiliárias especializadas, como as da ABMI, certamente surgirão boas chances. No segmento de locação, tudo segue de vento em popa: há pouca oferta, muita demanda e uma disputa cada vez mais acirrada por imóveis. Quando um imóvel desocupa, ele é alugado rapidamente.</p>
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		<title>ABMI faz bonito mais uma vez no ranking dos 100 Mais Influentes do Mercado Imobiliário</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 23:19:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A terceira edição do ranking dos 100 Mais Influentes do Mercado Imobiliário foi divulgada na manhã desta quinta-feira (11/12/25), e a ABMI, mais uma vez, marcou forte presença, tendo nada menos do que 13 personalidades ligadas à entidade selecionadas. A lista promovida pela Cupola e pelo Imobi Report reconhece os profissionais de maior influência no ano de 2025 em cinco categorias: Aluguel, Incorporação, Inovação, Representação do Setor e Vendas. A ABMI foi destaque em quatro das categorias. Confira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A terceira edição do ranking dos <strong><a href="https://100maisinfluentes.com.br/ranking/">100 Mais Influentes do Mercado Imobiliário</a></strong> foi divulgada na manhã desta quinta-feira (11/12/25), e a ABMI, mais uma vez, marcou forte presença, tendo nada menos do que 13 personalidades ligadas à entidade selecionadas.</p>



<p>A lista promovida pela Cupola e pelo Imobi Report reconhece os profissionais de maior influência no ano de 2025 em cinco categorias: Aluguel, Incorporação, Inovação, Representação do Setor e Vendas.</p>



<p>A ABMI foi destaque em quatro das categorias da edição 2025, como você poderá ver a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/1-6.jpg" alt="" class="wp-image-9818" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/1-6.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/1-6-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/1-6-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/1-6-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Aluguel</u></strong><strong>:</strong> <strong>Angelo Frias Neto</strong>, diretor-presidente da Frias Neto Consultoria de Imóveis e diretor de Relacionamento Sul/Sudeste da ABMI; <strong>Ingo Voelcker</strong>, CEO da Auxiliadora Predial, empresa com quase um século de atuação, representante da entidade em Porto Alegre (RS); <strong>Jean-Michel Galiano</strong>, diretor na Apolar Imóveis, de Curitiba (PR); e <strong>Vinicius Costa</strong>, sócio e CEO da Ivan Negócios Imobiliários, de Uberlândia (MG).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/2-3.jpg" alt="" class="wp-image-9819" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/2-3.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/2-3-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/2-3-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/2-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Inovação</u></strong><strong>:</strong> <strong>Vicente Penter</strong>, diretor-executivo da Imobiliária Muck, de Canoas (RS), e diretor de Tecnologia da ABMI.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/3-3.jpg" alt="" class="wp-image-9820" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/3-3.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/3-3-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/3-3-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/3-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Representação do setor</u></strong>: <strong>Alfredo de Freitas</strong>, presidente da ABMI, diretor da Nova Freitas Imóveis, de São José dos Campos (SP); <strong>Daniel Claudino</strong>, escritor, analista de mercado e advisor em empresas como Loft, TikPag, Área38, associada da ABMI em Paracatu (MG); <strong>Jaques Bushatsky</strong>, advogado especializado em mercado imobiliário, integrante da equipe de apoio para assuntos parlamentares da ABMI; e <strong>Pedro Fernandes</strong>, CEO do Grupo Beiramar, associada da entidade em Brasília (DF), que já foi presidente da Associação e que hoje integra o seu Conselho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/4-5.jpg" alt="" class="wp-image-9839" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/4-5.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/4-5-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/4-5-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/4-5-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><u>Vendas:</u></strong> <strong>Armando Nogueira</strong>, CEO do Hub On Ecossistema Imobiliário, associado ABMI de Recife (PE); <strong>Eduardo Barbosa</strong>, CEO da Brognoli Negócios Imobiliários, de Florianópolis (SC); <strong>Matheus Kurtz</strong>, diretor de Vendas e Franquias da Auxiliadora Predial, de Porto Alegre (RS); e <strong>Raul Fulgencio</strong>, CEO e fundador da Raul Fulgencio Negócios Imobiliários, de Londrina (PR).</p>



<p>Desde sua primeira edição, o ranking consolidou-se como a maior referência de influência e liderança no setor. De acordo com a vice-presidente de Consultoria e Educação da Cupola, Renata Maciel, a escolha, feita em etapas, passou pela análise de um extenso grupo de jurados técnicos composto por nomes que já integraram o ranking em edições anteriores.</p>



<p>Ainda segundo ela, aspectos como o avanço da transformação digital e a profissionalização de empresas e pessoas do setor têm feito com que novas lideranças e estratégias mais sofisticadas sejam apresentadas ao mercado ano após ano.</p>



<p><strong><u><a href="https://100maisinfluentes.com.br/ranking/">Confira todos os 100 ranqueados.</a></u></strong></p>
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		<title>Brognoli 70 anos: tradição, inovação e legado no mercado imobiliário</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 17:57:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de sete décadas, completadas em 2025, a Brognoli Negócios Imobiliários construiu uma história sólida, tornando-se uma das empresas mais respeitadas no setor imobiliário em Florianópolis (SC). Desde sua fundação em 1955, a associada da ABMI na capital catarinense, atravessou transformações profundas no mercado e se manteve na vanguarda, antecipando tendências e implementando estratégias inovadoras para oferecer soluções imobiliárias completas aos seus clientes. Conheça detalhes dessa história de sucesso na seção “Associados em destaque”, que traz uma entrevista com o diretor presidente do Grupo Brognoli, Marcelo Brognoli</p>
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<p>Ao longo de sete décadas, a Brognoli Negócios Imobiliários construiu uma história sólida, tornando-se uma das empresas mais respeitadas no setor imobiliário em Florianópolis (SC).</p>



<p>Desde sua fundação em 1955, a associada da ABMI na capital catarinense, atravessou transformações profundas no mercado e se manteve na vanguarda, antecipando tendências e implementando estratégias inovadoras para oferecer soluções imobiliárias completas aos seus clientes.</p>



<p>A trajetória da Brognoli se confunde com o desenvolvimento urbano da capital catarinense. De um pequeno escritório de advocacia à liderança no setor, a empresa acompanhou e ajudou a impulsionar o crescimento da cidade, participando ativamente da modernização do mercado de locações, vendas e administração de bens.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/1-4.jpg" alt="" class="wp-image-8785" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/1-4.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/1-4-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/1-4-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/1-4-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Imobiliaria tem seis agências na Grande Florianópolis</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/2-3.jpg" alt="" class="wp-image-8786" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/2-3.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/2-3-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/2-3-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/2-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Hoje com <a href="https://www.brognoli.com.br/agencias/"><strong>seis agências</strong></a> espalhadas pela Grande Florianópolis, a Brognoli, incluindo “Lado Bom”, corretora de seguros do Grupo, emprega 120 corretores de imóveis e 60 colaboradores.</p>



<p>Seu fundador, Thales Brognoli, e, posteriormente, seu filho, Marcelo Brognoli, moldaram uma cultura organizacional baseada em inovação, profissionalismo e confiança. À frente do Grupo Brognoli, Marcelo Brognoli carrega o legado da família com orgulho e visão estratégica. Com mais de 50 anos de experiência no mercado imobiliário e uma atuação marcante na Associação Brasileira do Mercado Imobiliário, onde foi presidente por duas gestões, ele liderou mudanças que redefiniram o posicionamento da empresa e garantiram sua longevidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/3-3.jpg" alt="" class="wp-image-8787" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/3-3.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/3-3-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/3-3-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/3-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Longevidade marcada por inovação, profissionalismo e confiança</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/4-2.jpg" alt="" class="wp-image-8788" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/4-2.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/4-2-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/4-2-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/4-2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/5-3.jpg" alt="" class="wp-image-8789" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/5-3.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/5-3-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/5-3-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/5-3-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Associada desde 2001, Brognoli é a terceira empresa mais antiga em termos de fundação a fazer parte da ABMI. O primeiro lugar é ocupado por Auxiliadora Predial, de Porto Alegre (RS), e APSA, do Rio de Janeiro (RJ), ambas fundadas em 1931. Em segundo lugar vem a Nova Freitas Imóveis, associada da ABMI em São José dos Campos (SP), fundada em 1948.</p>



<p>O presidente da ABMI, Alfredo de Freitas, parabeniza e envia efusivos cumprimentos “a Marcelo Brognoli e a toda a equipe que compõe a imobiliária catarinense pelo relevante trabalho desenvolvido não só na cidade de Florianópolis, mas em toda região e no Estado”.</p>



<p>Em entrevista ao site da ABMI, Marcelo Brognoli, diretor presidente do Grupo Brognoli, compartilha detalhes da história da imobiliária, os desafios enfrentados ao longo dos 70 anos completados em 2025, as transformações estratégicas da empresa e suas perspectivas sobre o futuro do setor imobiliário.</p>



<p>Como principal “case” nesta história de sucesso, ele destaca a longevidade, “pois nesse período vimos muitas empresas nascerem, crescerem e desaparecerem neste ambiente”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="800" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/6-2.jpg" alt="" class="wp-image-8791" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/6-2.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/6-2-300x300.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/6-2-150x150.jpg 150w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2025/06/6-2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Marcelo Brognoli: &#8220;nasci dentro da imobiliária&#8221;</em></strong></figcaption></figure>



<p><em><u>Confira a íntegra da entrevista com Marcelo Brognoli</u></em>.</p>



<p><strong>A Brognoli completa 70 anos em 2025. Como vê a trajetória da empresa desde sua fundação em 1955?</strong></p>



<p><em>&#8220;Nesses 70 anos, vivemos uma grande transformação no mercado imobiliário. Naquele tempo, algumas pessoas tinham pequenas casas para alugar como complemento de renda. Era um mercado ainda incipiente, mas já demonstrava interesse por esse tipo de investimento.&#8221;</em></p>



<p><strong>Seu fundador, Thales Brognoli, iniciou o negócio no ramo de locações. Quem era ele profissionalmente e como entrou para o mercado imobiliário?</strong></p>



<p><em>&#8220;Meu avô, Alcino Brognoli, comerciante no Estreito – bairro de Florianópolis –, era um desses visionários que tinha algumas &#8216;casinhas&#8217; de madeira alugadas. Como ele faleceu prematuramente, meu pai, Thales Brognoli, advogado recém-formado, assumiu os cuidados dessas locações. Foi o início do negócio.&#8221;</em></p>



<p><strong>Quais eram os desafios do mercado imobiliário de Florianópolis naquela época?</strong></p>



<p><em>&#8220;Tudo era desafiador, pois a legislação era incipiente e ainda não havia uma cultura de investimentos imobiliários. O primeiro avanço legislativo veio com a possibilidade da &#8216;ação de despejo&#8217; por falta de pagamento, e meu pai foi o autor da primeira ação desse tipo. Com o resultado, outros proprietários vieram pedir auxílio para resolver dificuldades com essa atividade de locações que começava a ganhar forma.&#8221;</em></p>



<p><strong>A denominação da empresa hoje é Brognoli Negócios Imobiliários. Qual foi a primeira denominação e quais nomes a empresa teve ao longo dos anos?</strong></p>



<p><em>&#8220;Tudo começou com o Escritório de Advocacia Thales Brognoli, que depois ganhou o anexo &#8216;e Administração de Imóveis&#8217;, devido ao sucesso de suas atividades na cobrança de aluguéis, confecção de contratos e criação de vistorias documentadas – processos reais de gestão de bens.&#8221;</em></p>



<p><strong>Em que momento e por quais razões a empresa começou a expandir suas atividades para além da administração de locações?</strong></p>



<p><em>&#8220;Na década de 1970, meu pai criou a Imobiliária Estreito, empresa paralela que cuidava da venda dos imóveis da carteira de locação. Também atendia clientes que o procuravam para efetivar vendas e resolver questões sucessórias, inventários e demais atividades relacionadas ao patrimônio imobiliário.&#8221;</em></p>



<p><strong>Você pertence a qual geração da família Brognoli na liderança da empresa?</strong></p>



<p><em>&#8220;Eu nasci em 1956 e meu pai iniciou em 1955, numa saleta em nossa casa, no Estreito, onde funcionava seu escritório de advocacia. Portanto, nasci dentro da imobiliária, costumo dizer. Sou da primeira geração e, junto com meus sete irmãos, todos tivemos experiências na empresa durante nossa adolescência. Fui cursar Administração de Empresas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para me preparar para a sucessão, desejo do fundador para manter a empresa na família.&#8221;</em></p>



<p><strong>Como começou a atuar na empresa e quando assumiu a presidência? Quais foram as primeiras mudanças que implementou?</strong></p>



<p><em>&#8220;Em 1972, ainda adolescente, comecei a trabalhar na agência do centro, primeira iniciativa de expansão territorial. Enquanto cursava Administração, fui aos poucos introduzindo conceitos atualizados de gestão. Depois, passei alguns anos fora administrando outros negócios com amigos e sócios. Em 1986, fui para Portugal, onde atuei numa importante imobiliária portuguesa com filiais em diversos países europeus. Quando meu pai adoeceu, a família me chamou de volta, e em maio de 1989 assumi a diretoria geral. Minha primeira providência foi informatizar os processos de gestão, experiência que já havia adquirido na empresa em Portugal.&#8221;</em></p>



<p><strong>Como a cultura organizacional evoluiu ao longo das gerações e quais valores permanecem essenciais?</strong></p>



<p><em>&#8220;A informatização foi o primeiro passo para uma cultura de inovação constante, algo que já era uma premissa do fundador. Fomos a primeira imobiliária a ter várias filiais pelos bairros da Grande Florianópolis. Também inovamos em gestão de pessoas, marketing e serviços como administração de condomínios, manutenção de imóveis e seguros imobiliários. Sempre respeitando a premissa do fundador: responsabilidade e respeito pelo patrimônio a nós confiado, clareza de informações e segurança nos negócios.&#8221;</em></p>



<p><strong>A Brognoli passou por um reposicionamento estratégico em 2023, focando exclusivamente na compra e venda de imóveis. Como essa decisão impactou o negócio?</strong></p>



<p><em>&#8220;O crescimento da carteira de locações e o desenvolvimento do mercado imobiliário despertaram o interesse de grandes investidores. Fizemos uma parceria com uma grande administradora do Sul do país, transferindo a gestão da carteira de locações para eles e assumindo a carteira de seguros imobiliários dessa empresa. Permanecemos atuando na venda de imóveis prontos e inovamos na estrutura de vendas de lançamentos imobiliários, formando uma nova equipe de profissionais qualificados.&#8221;</em></p>



<p><strong>Quais foram os principais investimentos em tecnologia e inovação nos últimos anos?</strong></p>



<p><em>&#8220;Sempre buscamos ferramentas digitais e novas tecnologias que aprimorem nossos serviços e tornem nossos agentes mais eficazes e objetivos em suas negociações.&#8221;</em></p>



<p><strong>A implementação de inteligência artificial e chatbots melhorou a experiência dos clientes? Quais são os principais benefícios percebidos?</strong></p>



<p><em>&#8220;Essas ferramentas trazem mais assertividade no atendimento aos clientes, otimizam o tempo dos agentes e proporcionam mais agilidade nas buscas e informações.&#8221;</em></p>



<p><strong>Quais são as próximas metas da empresa para os próximos anos? Que novas transformações podemos esperar?</strong></p>



<p><em>&#8220;Vivemos um momento de grandes transformações e a Brognoli continuará investindo em inovação e tecnologia, sempre valorizando as equipes que realizam nossos projetos. Temos projetos audaciosos em todas as frentes e manteremos o foco no desenvolvimento, buscando parcerias com as entidades do setor imobiliário.&#8221;</em></p>
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		<title>&#8216;Mais brasileiros estão vivendo em imóveis alugados; veja números&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:49:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A grande maioria da população brasileira vive em casa própria, segundo revelou o levantamento Características dos Domicílios, do Censo 2022, divulgado na manhã desta quinta-feira, 12/12/24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entretanto, o IBGE registra uma queda contínua nesse porcentual nas últimas duas décadas, em todo o País, com um aumento proporcional daqueles que pagam aluguel, Confira matéria do Estadão, em Clipping ABMI</p>
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<p><strong>Fonte: <u><a href="https://www.estadao.com.br/brasil/mais-brasileiros-estao-vivendo-em-imoveis-alugados-veja-numeros/?_gl=1*11dks4c*_gcl_au*MTEzMzM5MTM3My4xNzMyMjEyNjU1*_ga*MTA5Mzk3NTA4MS4xNzMwNTk5MDk3*_ga_H1D7PSZ1DW*MTczNDAyMzIxNi44LjEuMTczNDAyMzI0Ny4yOS4wLjU3NjU0Nzc0Mg..">Estadão</a></u></strong></p>



<p><strong>12/12/2024</strong></p>



<p><strong>MAIS BRASILEIROS ESTÃO VIVENDO EM IMÓVEIS ALUGADOS; VEJA NÚMEROS</strong></p>



<p><em><strong>Grande maioria da população vive em casa própria, 72,7%, embora o número venha caindo nas últimas décadas, aponta o IBGE</strong></em></p>



<p><strong><em>Por Roberta Jansen</em></strong></p>



<p>A grande maioria da população brasileira vive em casa própria, segundo revelou o levantamento Características dos Domicílios, do Censo 2022, divulgado na manhã desta quinta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entretanto, o IBGE registra uma queda contínua nesse porcentual nas últimas duas décadas, em todo o País, com um aumento proporcional daqueles que pagam aluguel.</p>



<p>De acordo com os dados do último Censo, 72,7% da população vivem em domicílios próprios (sejam eles comprados e quitados, em financiamento, herdados ou doados). A porcentagem era um pouco mais alta em 2000, chegando a 76,8%. Em compensação, o número de pessoas pagando aluguel, que vinha caindo entre 1980 e 2000, voltou a subir há duas décadas, passando de 12,3% para os atuais 20,9%.</p>



<p>Os pesquisadores do IBGE não sabem ainda explicar os fatores por trás desse movimento, uma vez que nem todas as informações do Censo 2022 foram divulgadas – faltam, por exemplo, os dados de renda por domicílio, cruciais para essa análise. Mas arriscam algumas teorias.</p>



<p>“A gente não tem no Censo, nem em outras fontes de dados, algo que nos permita interpretar essas informações”, explicou o pesquisador Bruno Mandelli Perez, responsável pelo levantamento. “Mas podemos dizer que é um processo nacional, que ocorre em praticamente todas as unidades da federação, principalmente de 2010 a 2022. O fato de ser um processo bem disseminado no território nacional, nos leva a eliminar algumas causas, como políticas urbanas específicas e fluxos migratórios (tipicamente, estados que recebem mais migrantes tendem a ter porcentagens maiores de pessoas vivendo de aluguel).”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="550" src="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Clipping-estadao-dentro-1.jpg" alt="" class="wp-image-8062" srcset="https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Clipping-estadao-dentro-1.jpg 800w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Clipping-estadao-dentro-1-300x206.jpg 300w, https://abmi.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Clipping-estadao-dentro-1-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Mais de 20% da população brasileira mora em residências alugadas. Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO</em></strong></figcaption></figure>



<p>O aumento do número de pessoas vivendo em imóveis alugados não é necessariamente um indicador de vulnerabilidade social, como esclarece o pesquisador. Tanto é assim, que a participação dos municípios com os maiores porcentuais de imóveis alugados está, justamente, nas unidades da federação mais ricas, como São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal. Dentre os municípios com mais de cem mil habitantes, por exemplo, a cidade turística de Balneário Camboriu (SC) é o que tem mais imóveis alugados (45,2%)</p>



<p>“Do ponto de vista individual, a maioria das famílias prefere ter algum patrimônio”, disse o pesquisador. “Mas mudanças culturais podem ditar novas maneiras de acumular esse patrimônio, que não seja por meio da posse de uma casa.”</p>



<p>O relatório da reforma tributária apresentado nesta semana pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) determina que pessoas físicas possam ser tributadas ao alugar ou arrendar imóveis caso obtenham rendimento superior a R$ 240 mil por ano com atividades imobiliárias e tenham mais de três imóveis.</p>



<p>Do ponto de vista da qualidade das residências, os novos dados do Censo mostram que a situação vem melhorando ao longo das últimas décadas. Pelo menos 87,0% da população vivem em domicílios com paredes externas de alvenaria com revestimento ou taipa com revestimento – aumento de oito pontos porcentuais em relação a 2010. Em seguida aparecem as casas de alvenaria sem revestimento, com 7,6%, e as residências feitas com materiais reaproveitados, com 4,1%.</p>



<p>O Censo revelou também que metade da população vive em residências com pelo menos seis cômodos, enquanto 29,2% moram em domicílios com cinco cômodos. O IBGE entende como “cômodo” cada compartimento do domicílio, incluindo banheiro e cozinha.</p>



<p>O levantamento do IBGE apurou também a proporção de pessoas que tinham máquina de lavar roupa e acesso à internet em casa. Em 2000, apenas 31,8% da população tinham máquina de lavar. A porcentagem passou para 46,9% em 2010 e, finalmente, para 68,1% em 2020. Também de acordo com o último Censo, 89,4% da população tinham acesso à internet em casa.</p>
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		<title>Associada ABMI em MG dá dicas de locação para estudantes</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 18:11:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Orçamento, cláusulas contratuais, localização e transporte são pontos fundamentais na hora de alugar imóveis. Estas, de acordo com Daniela S. Magalhães (foto), diretora administrativa da empresa, são algumas orientações para jovens que vão ingressar nas faculdades em 2024, em ações de mídia desenvolvidas pela Céu-Lar Netimóveis, de Belo Horizonte (MG)</p>
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<p>Orçamento, cláusulas contratuais, localização e transporte são pontos fundamentais na hora de alugar imóveis. Estas são algumas orientações para jovens que vão ingressar nas faculdades em 2024, em ações de mídia desenvolvidas pela Céu-Lar Netimóveis, de Belo Horizonte (MG).</p>



<p>Segundo a imobiliária associada à ABMI, que tem 45 anos de existência e é uma das dez maiores empresas do segmento na capital mineira, a proximidade do período de novas matrículas na rede superior de ensino para quem não mora em BH demanda cuidados na hora da locação do imóvel.</p>



<p>Incialmente é preciso um planejamento econômico das famílias que vão trazer os jovens para estudar na capital mineira adequando-o ao orçamento.</p>



<p>É preciso ainda estar bem preparado para as despesas, não só do aluguel, mas do condomínio, do IPTU e, eventualmente, de uma multa rescisória.</p>



<p>Uma orientação inicial é checar se no imóvel escolhido permite a residência compartilhada.</p>



<p>“Muitos já permitem, principalmente aqueles ao redor das faculdades, mas é muito importante verificar previamente”, observa a advogada e diretora administrativa da CéuLar Netimóveis, Daniela S. Magalhães (<em>foto</em>).</p>



<p>De acordo com a empresária, sair da cidade de origem com as visitas em BH já agendadas também agiliza a busca. “Os sites das imobiliárias têm fotos e descritivos. Portanto, é possível selecionar os imóveis preferidos e fazer contato com antecedência”, observa.</p>



<p>Para Daniela S. Magalhães, outra recomendação importante é procurar saber da região escolhida para residir e as facilidades oferecidas: meios de transporte, localização e alimentação, os quais vão ajudar nessa escolha.</p>



<p>Além disso, explica, é fundamental fazer o trajeto de ida e de volta da residência até a faculdade, explorando o bairro para saber o percurso mais rápido e mais seguro.</p>



<p>Sobre os cuidados com o contrato de locação é necessário negociar o prazo coincidindo com o período do estudo.</p>



<p>“É essencial verificar qual modalidade de garantia é aceita pela imobiliária. Na CéuLar, trabalhamos com todas as modalidades permitidas por lei e muitas são facilitadoras para quem não é da cidade. Além de alugar com garantia do seguro-fiança ou do cartão de crédito, que substituem a figura do fiador”, ressalta.</p>



<p>Outra dica em relação ao prazo do contrato de locação é verificar a multa rescisória, pois se ocorrer a devolução do imóvel antes do término do contrato haverá o pagamento de multa, devendo constar contratualmente que ela é proporcional.&nbsp;</p>
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